16 de Abril de 2008
Sumário: Análise das cenas:”Falar Verdade a Mentir”,
que compõe o conflito.
Orações subordinadas condicionais.
Pág.185 – Questionário
1.Brás Ferreira não quer condenar Duarte sem ter provas de que ele é um mentiroso compulsiva por outro lado pretende dar uma hipótese á sua filha Amália de se casar com Duarte.
2.Duarte referiu que tinha 3 cargos importantes á sua disposição para mostrar a Brás o quão importante era para o general lemos.
3.Poderá ser uma vez que Duarte é um nobre que vive em Lisboa, seguindo a moda de boémia e de diversão nocturna.
4.Tomás José Marques é o suposto comprador da casa que Duarte diz ter no Cais do Sodré.
5.Tomás José Marques, exige que Duarte pague os impostos e a décima da casa que comprou a Duarte para justificar o facto de não poder apresentar os iniciais trinta e três contos que Duarte tinha referido a Brás.
6.Porque inicialmente tinha desconfiado dele.
7.Duarte refere que a causa que levou ao duelo foi o ter empurrado, sem querer um homem de um terraço em Benfica. Este foi cair em cima de um Inglês que passava por lá nessa altura e que não aceitou a justificação.
8.
8.1. É um Inglês que come de tudo.
9.
9.1.Joaquina informa o espectador do ponto da situação da história e faz uma caracterização de Duarte, referindo-se novamente ao seu carácter de mentiroso e a José Félix, dizendo que ele é um perfeito actor assumindo diferentes personagens.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Lição nº101 e 102
14 De Abril de 2008
Sumário: Análise da cena II de “Falar Verdade a Mentir”
de Almeida Garrett.
Estrutura interna: exposição.
Caracterização e relação entre personagens.
Registos de língua.
Sumário: Análise da cena II de “Falar Verdade a Mentir”
de Almeida Garrett.
Estrutura interna: exposição.
Caracterização e relação entre personagens.
Registos de língua.
Lição nº101 e 102
14 De Abril de 2008
Sumário: Análise da cena II de “Falar Verdade a Mentir”
de Almeida Garrett.
Estrutura interna: exposição.
Caracterização e relação entre personagens.
Registos de língua.
Sumário: Análise da cena II de “Falar Verdade a Mentir”
de Almeida Garrett.
Estrutura interna: exposição.
Caracterização e relação entre personagens.
Registos de língua.
Lição nº 99 e 100
10 De Maio de 2008
Sumário: Inicio do estudo da obra gramática:
” Falar verdade a mentir”de Almeida Garrett.
Estrutura externa: acto e cena.
Cena I – Relacçao entre as personagens.
TEATRO
O teatro nasceu na Grécia Antiga, mas antes, as danças ligadas a rituais religiosos são já manifestações que atraís.
No teatro grego só os homens podiam representar.
Os actores gregos escondiam-se atrás de máscaras e nunca mostravam as suas próprias feições.
É dessa altura que datam comédias e tragédias;as primeiras visando ridicularizar os vícios e os costumes; as segundas tratando de assuntos sérios, mostravam que a fatalidade e á acção dos Deuses comandavam as vidas humanas.
Na idade média, o teatro é muito importante e encontra-se associado a manifestações religiosas e manifestações profanas (altos religiosos/ pantominas).
Nesse tempo representava-se ao ar livre ou então na corte.
Gil Vicente, que viveu no século XVI é considerado o primeiro dramaturgo português e são dele muitas das peças que alegraram a corte.
O TEATRO NACIONAL foi criado no século XIX e o dramaturgo que o impulsionou foi Almeida Garrett.
È dessa data o edifício a que hoje chamamos TEATRO D.MARIA II.
A entidade que forma os actores portugueses é o CONSERVATÓRIO NACIONAL.
Sumário: Inicio do estudo da obra gramática:
” Falar verdade a mentir”de Almeida Garrett.
Estrutura externa: acto e cena.
Cena I – Relacçao entre as personagens.
TEATRO
O teatro nasceu na Grécia Antiga, mas antes, as danças ligadas a rituais religiosos são já manifestações que atraís.
No teatro grego só os homens podiam representar.
Os actores gregos escondiam-se atrás de máscaras e nunca mostravam as suas próprias feições.
É dessa altura que datam comédias e tragédias;as primeiras visando ridicularizar os vícios e os costumes; as segundas tratando de assuntos sérios, mostravam que a fatalidade e á acção dos Deuses comandavam as vidas humanas.
Na idade média, o teatro é muito importante e encontra-se associado a manifestações religiosas e manifestações profanas (altos religiosos/ pantominas).
Nesse tempo representava-se ao ar livre ou então na corte.
Gil Vicente, que viveu no século XVI é considerado o primeiro dramaturgo português e são dele muitas das peças que alegraram a corte.
O TEATRO NACIONAL foi criado no século XIX e o dramaturgo que o impulsionou foi Almeida Garrett.
È dessa data o edifício a que hoje chamamos TEATRO D.MARIA II.
A entidade que forma os actores portugueses é o CONSERVATÓRIO NACIONAL.
Lição nº 97 e 98
7 De Maio de 2008
Sumário: Trabalho de pesquisa:
História do teatro; Teatro português; Almeida Garrett;
“ Falar verdade a mentir”; burguesia no século XIX.
Sumário: Trabalho de pesquisa:
História do teatro; Teatro português; Almeida Garrett;
“ Falar verdade a mentir”; burguesia no século XIX.
Lição nº93 e 94
31 de Março de 2008
Sumário: Texto dramático.
Categorias do texto dramático.
Processos de cómico.
TEXTO DRAMÁTICO
Consiste na narração de acontecimentos vividos por personagens num determinado tempo e espaço.
Este tipo de texto destina-se a ser representado em palco.
Categorias do texto dramático
1-Acção consiste no desenrolar de situações subdivide-se em estrutura externa (actos e cenas) e em estrutura interna (a exposição, conflito e o desenlace).
2-Espaço lugar onde decorre a acção subdivide-se em espaço físico e espaço social.
3-Tempo momento em que decorre a acção.
4-Personagens principais, secundárias e figurantes.
5-Modalidade de expressão dialogo, monologo e apartes.
6-Indicações cénicas ou didascália (texto secundário que consiste em indicações que ajudam o leitor a colocar as personagens em determinados espaços a cozinha etc.
7-Processos de cómico
-cómico de situação situação/momento que provoca o riso.
-cómico de linguagem linguagem/ fala que provoca o riso.
-cómico de carácter ou de personagem a própria personagem provoca riso.
GLOSSÁRIO DE TEATRO
CENÁRIO – lugar onde decorre a acção.
COMÉDIA – peça de teatro de critica social.
PEÇA – texto que serve de base á representação.
TEATRO – lugar onde se representa peças de teatro.
ACÇÃO – assunto de uma peça de teatro.
ACTO – cada uma das divisões de uma peça de teatro, mudança teatro.
ACTOR – aquele que representa uma ou mais personagens.
CENA – subdivisão de um acto.
CENÓGRAFO – responsável pela criação dos cenários.
DIDASCÁLIA – indicações cénicas.
GUARDA-ROUPA – conjunto de trajes utilizados na peça.
PAPEL – parte da peça que um actor desempenha.
CONTRA-REGRA – responsável pelos actores para entrada na peça.
DEIXA – palavra que determina quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso
APARTE – fala de uma personagem que se destina a penas a ser ouvida pelo público.
BASTIDORES – parte exterior ao palco.
CONTRACENAR – significa estar fora da cena principal.
PALCO – pessoa que ajuda os actores representam.
PONTO – pessoa que ajuda os actores a relembrar o texto.
PUBLICO – pessoas que assistem á representação de uma peça de teatro.
DRAMATURGO – autor das peças.
CARACTERIZADOR – é o que maquilha o actor.
Sumário: Texto dramático.
Categorias do texto dramático.
Processos de cómico.
TEXTO DRAMÁTICO
Consiste na narração de acontecimentos vividos por personagens num determinado tempo e espaço.
Este tipo de texto destina-se a ser representado em palco.
Categorias do texto dramático
1-Acção consiste no desenrolar de situações subdivide-se em estrutura externa (actos e cenas) e em estrutura interna (a exposição, conflito e o desenlace).
2-Espaço lugar onde decorre a acção subdivide-se em espaço físico e espaço social.
3-Tempo momento em que decorre a acção.
4-Personagens principais, secundárias e figurantes.
5-Modalidade de expressão dialogo, monologo e apartes.
6-Indicações cénicas ou didascália (texto secundário que consiste em indicações que ajudam o leitor a colocar as personagens em determinados espaços a cozinha etc.
7-Processos de cómico
-cómico de situação situação/momento que provoca o riso.
-cómico de linguagem linguagem/ fala que provoca o riso.
-cómico de carácter ou de personagem a própria personagem provoca riso.
GLOSSÁRIO DE TEATRO
CENÁRIO – lugar onde decorre a acção.
COMÉDIA – peça de teatro de critica social.
PEÇA – texto que serve de base á representação.
TEATRO – lugar onde se representa peças de teatro.
ACÇÃO – assunto de uma peça de teatro.
ACTO – cada uma das divisões de uma peça de teatro, mudança teatro.
ACTOR – aquele que representa uma ou mais personagens.
CENA – subdivisão de um acto.
CENÓGRAFO – responsável pela criação dos cenários.
DIDASCÁLIA – indicações cénicas.
GUARDA-ROUPA – conjunto de trajes utilizados na peça.
PAPEL – parte da peça que um actor desempenha.
CONTRA-REGRA – responsável pelos actores para entrada na peça.
DEIXA – palavra que determina quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso
APARTE – fala de uma personagem que se destina a penas a ser ouvida pelo público.
BASTIDORES – parte exterior ao palco.
CONTRACENAR – significa estar fora da cena principal.
PALCO – pessoa que ajuda os actores representam.
PONTO – pessoa que ajuda os actores a relembrar o texto.
PUBLICO – pessoas que assistem á representação de uma peça de teatro.
DRAMATURGO – autor das peças.
CARACTERIZADOR – é o que maquilha o actor.
Lição nº 89 e 90
10 De Março de 2008
Sumário: Correcção do teste de avaliação.
Correcção do teste de avaliação
I
1.O cego guardava o seu dinheiro numa panela que enterrava no quintal, debaixo de uma figueira.
2.” Um vizinho espreitou-o, viu onde é que ele enterrava a panela, e foi lá e roubou tudo.”
3.
3.1.O cego disse ao vizinho que quando morresse, o faria herdeiro de uma panela com moedas que tinha escondida no quintal e de mais umas peças valiosas que pretendia colocar nessa panela, uma vez que não tinha família.
4.
a)Começou a pensar, a imaginar.
b)Pôs-se a armar uma cilada.
II
1.Antitese
2.Comparaçao
3.Enumeraçao
4.Metáfora
5.Personificaçao
III
1.
-sujeito inexistente
-sujeito composto
-sujeito indeterminado
-sujeito subentendido
-sujeito simples
2.
Uma vez – c.c. de tempo
Um cego – sujeito
Juntou – predicado verbal
Uma boa quantia de dinheiro – c. Directo
De dinheiro – c. Determinativo
O cego – Sujeito
Ficou – predicado nominal
Colado – predicado do sujeito
Roubaram – predicado verbal
Me – c. Indirecto
Tudo – c. Directo
Senhor vizinho – vocativo
3.
Ana – nome próprio
Compra – forma verbal
Uma – determinante artigo indefinido
Embalagem – nome comum
De – preposição
Amaciador – nome comum concreto
Azul – adjectivo
IV
- Coordenativa conclusiva
- Coordenativa copulativa
- Coordenativa completiva
- Coordenativa final
V
Veremos – futuro do indicativo
Tem escrito – pretérito perfeito composto do indicativo
Tivesses lido – pretérito mais que perfeito
Terias tido – pretérito composto do condicional
Sumário: Correcção do teste de avaliação.
Correcção do teste de avaliação
I
1.O cego guardava o seu dinheiro numa panela que enterrava no quintal, debaixo de uma figueira.
2.” Um vizinho espreitou-o, viu onde é que ele enterrava a panela, e foi lá e roubou tudo.”
3.
3.1.O cego disse ao vizinho que quando morresse, o faria herdeiro de uma panela com moedas que tinha escondida no quintal e de mais umas peças valiosas que pretendia colocar nessa panela, uma vez que não tinha família.
4.
a)Começou a pensar, a imaginar.
b)Pôs-se a armar uma cilada.
II
1.Antitese
2.Comparaçao
3.Enumeraçao
4.Metáfora
5.Personificaçao
III
1.
-sujeito inexistente
-sujeito composto
-sujeito indeterminado
-sujeito subentendido
-sujeito simples
2.
Uma vez – c.c. de tempo
Um cego – sujeito
Juntou – predicado verbal
Uma boa quantia de dinheiro – c. Directo
De dinheiro – c. Determinativo
O cego – Sujeito
Ficou – predicado nominal
Colado – predicado do sujeito
Roubaram – predicado verbal
Me – c. Indirecto
Tudo – c. Directo
Senhor vizinho – vocativo
3.
Ana – nome próprio
Compra – forma verbal
Uma – determinante artigo indefinido
Embalagem – nome comum
De – preposição
Amaciador – nome comum concreto
Azul – adjectivo
IV
- Coordenativa conclusiva
- Coordenativa copulativa
- Coordenativa completiva
- Coordenativa final
V
Veremos – futuro do indicativo
Tem escrito – pretérito perfeito composto do indicativo
Tivesses lido – pretérito mais que perfeito
Terias tido – pretérito composto do condicional
Lição nº 85 e 86
3 De Março de 2008
Sumário: Entrega e correcção do teste formativo
da página 72 do manual.
Revisões para o teste “Funcionamento da língua.
Correcção do teste formativo
I
1.
1.1-“A Grade de Ouro”.
1.2- A acção decorre na freguesia de Crestume, há tempos atrás.
1.2.1- “A freguesia de Crestume (…) bem como o rio Uima (…)”.
“Ora, há tempos atrás (…)”.
2- O protagonista da lenda é um lavrador de Sá.
2.1- O lavrador possuía uma vaca que tinha parido dois toiros de uma só vez numa noite de S. João.
2.2- O lavrador andava feliz e ansioso por que o tempo passava para poder desapontar a grade “ (…) feliz e desejoso de desencantar, dai a um ano, a famosa grade do rio Uima.”
3- O lavrador exprimiu o seu agrado por ter a grade com sigo, exclamando, em voz alta,”-Ela com deus, cá vai…”.
4.
4.1- O protagonista ouviu esta resposta porque um dos requisitos não tinham sido comprido lavrador esquecera-se e mungira algum leite á vaca.
5. É uma lenda histórica porque nos conta uma tradição de uma ponte que se encontra na freguesia de Crestume.
II
1./2.
1.1-complemento determinativo (matéria)
1.2-complemento determinativo (posse).
1.3-atributo
1.4- Complemento determinativo (causa).
1.5- Atributo
3.
3.1-coordenativa copulativo
3.2-coordenativa adversativo
3.3-coordenativa copulativo
3.4-coordenativa conclusivo
4.
4.1- A grade de ouro foi encontrada pelo lavrador debaixo da ponte.
4.2- Outras lendas devem ser lidas nos teus tempos livres.
5.
5.1- O lavrador derramou o leite no lombo da vaca.
5.2- Outro lavrador não desencantará a grade de ouro.
Sumário: Entrega e correcção do teste formativo
da página 72 do manual.
Revisões para o teste “Funcionamento da língua.
Correcção do teste formativo
I
1.
1.1-“A Grade de Ouro”.
1.2- A acção decorre na freguesia de Crestume, há tempos atrás.
1.2.1- “A freguesia de Crestume (…) bem como o rio Uima (…)”.
“Ora, há tempos atrás (…)”.
2- O protagonista da lenda é um lavrador de Sá.
2.1- O lavrador possuía uma vaca que tinha parido dois toiros de uma só vez numa noite de S. João.
2.2- O lavrador andava feliz e ansioso por que o tempo passava para poder desapontar a grade “ (…) feliz e desejoso de desencantar, dai a um ano, a famosa grade do rio Uima.”
3- O lavrador exprimiu o seu agrado por ter a grade com sigo, exclamando, em voz alta,”-Ela com deus, cá vai…”.
4.
4.1- O protagonista ouviu esta resposta porque um dos requisitos não tinham sido comprido lavrador esquecera-se e mungira algum leite á vaca.
5. É uma lenda histórica porque nos conta uma tradição de uma ponte que se encontra na freguesia de Crestume.
II
1./2.
1.1-complemento determinativo (matéria)
1.2-complemento determinativo (posse).
1.3-atributo
1.4- Complemento determinativo (causa).
1.5- Atributo
3.
3.1-coordenativa copulativo
3.2-coordenativa adversativo
3.3-coordenativa copulativo
3.4-coordenativa conclusivo
4.
4.1- A grade de ouro foi encontrada pelo lavrador debaixo da ponte.
4.2- Outras lendas devem ser lidas nos teus tempos livres.
5.
5.1- O lavrador derramou o leite no lombo da vaca.
5.2- Outro lavrador não desencantará a grade de ouro.
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Lição nº79 e 80
21 de Fevereiro de 2008
Sumário:Entrega e correcção do trabalho de grupo.
Correcção do trabalho de grupo
1-A acção deste excerto localiza-se nas ilhas Triste e do Diabo em Constantinopla e nos mares que rodeiam estes locais.
1.1-" Um dia(...)"; " Outra vez(...)"; " Após o combate(...)" "(...)Esta é a ilha triste (...); "(...) aquela era a ilha do diabo (...).""(...)rumo a constantinopla (...)";"(...) em constantinopla(...)".
1.2-O tempo nos contos tradicionais é, pornorma, indefinido, isto é, não nos é fornecida qualquer data, ano, século.Temos apenas expressões de tempo pouco explicitas.
A luta entre o Bem e o Mal é um tema sempre actual, o que explica a inexistência de um tempo defenido.
2.
2.1-O reino de Madarque caracteriza-se por ser um espaço em que os habitantes viviam aterrorizados, com medo e sempre sujeitos ás torturas do seu senhor.A nivel fisico o reino é de rocha escarpada.
3.
3.1- A missão de Amadis era lutar contra o mal.
3.2- A passagem textual é : " Mas a Amadis respeitava limpar o mundo de traição, de maldade e erro.
4-" E mestre Elisabat ouvia, desde a galera ancorada, o estrupido da batalha,que assustava ecos do monte. Enfim, roto dos golpes se abatera por terra o gigante Madarque(...)".
4.1. " (...) assustava os ecos do monte ". Esta hipérbole pretende intensificar o horror/terror que a batalha entre Amadis e Madarque causava em tudo o que os rodeava.
5. A lei de cristo é a lei do Bem representada por Amadis, porque é que prevalece a todas as batalhas.Os seres horriveis que representam o mal são derrotados e acabam por se iniciarem na lei de cristo.
6.
6.1- Endrigado é caracterizado como sendo uma "alimária horrendo"."Tinha o corpo veloso e escamo (...) corria voante como touro alado em asas de morcego, chamejando pela goela peçonha de vapores(...)." Gostava também de"devorar gente".
6.2- O processo de caracterização directa, uma vez que o seu retrato é nos inteiramente facultado.
6.3- Amadis propôs- se lutar contra Endriago para acabar com o mal e, em simultânio, ficar mais engrandecido junto da sua amada Oriana.
6.4-Gandalim ficou em desespero e temeroso pela vida do seu amo, quando este lhe pediu para levar o seu coração a Oriana, caso morre-se em combate.
6.5-A figura de estilo é a metáfora.
7- "-Ora me valha aqui minha senhora Oriana!-rezou Amadis no intimo do coração.Mas tanto se lembrava sempre Amadis se Bem-amada.
Sumário:Entrega e correcção do trabalho de grupo.
Correcção do trabalho de grupo
1-A acção deste excerto localiza-se nas ilhas Triste e do Diabo em Constantinopla e nos mares que rodeiam estes locais.
1.1-" Um dia(...)"; " Outra vez(...)"; " Após o combate(...)" "(...)Esta é a ilha triste (...); "(...) aquela era a ilha do diabo (...).""(...)rumo a constantinopla (...)";"(...) em constantinopla(...)".
1.2-O tempo nos contos tradicionais é, pornorma, indefinido, isto é, não nos é fornecida qualquer data, ano, século.Temos apenas expressões de tempo pouco explicitas.
A luta entre o Bem e o Mal é um tema sempre actual, o que explica a inexistência de um tempo defenido.
2.
2.1-O reino de Madarque caracteriza-se por ser um espaço em que os habitantes viviam aterrorizados, com medo e sempre sujeitos ás torturas do seu senhor.A nivel fisico o reino é de rocha escarpada.
3.
3.1- A missão de Amadis era lutar contra o mal.
3.2- A passagem textual é : " Mas a Amadis respeitava limpar o mundo de traição, de maldade e erro.
4-" E mestre Elisabat ouvia, desde a galera ancorada, o estrupido da batalha,que assustava ecos do monte. Enfim, roto dos golpes se abatera por terra o gigante Madarque(...)".
4.1. " (...) assustava os ecos do monte ". Esta hipérbole pretende intensificar o horror/terror que a batalha entre Amadis e Madarque causava em tudo o que os rodeava.
5. A lei de cristo é a lei do Bem representada por Amadis, porque é que prevalece a todas as batalhas.Os seres horriveis que representam o mal são derrotados e acabam por se iniciarem na lei de cristo.
6.
6.1- Endrigado é caracterizado como sendo uma "alimária horrendo"."Tinha o corpo veloso e escamo (...) corria voante como touro alado em asas de morcego, chamejando pela goela peçonha de vapores(...)." Gostava também de"devorar gente".
6.2- O processo de caracterização directa, uma vez que o seu retrato é nos inteiramente facultado.
6.3- Amadis propôs- se lutar contra Endriago para acabar com o mal e, em simultânio, ficar mais engrandecido junto da sua amada Oriana.
6.4-Gandalim ficou em desespero e temeroso pela vida do seu amo, quando este lhe pediu para levar o seu coração a Oriana, caso morre-se em combate.
6.5-A figura de estilo é a metáfora.
7- "-Ora me valha aqui minha senhora Oriana!-rezou Amadis no intimo do coração.Mas tanto se lembrava sempre Amadis se Bem-amada.
quinta-feira, 13 de março de 2008
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Lição nº 75 e 76
14 de Fevereiro de 2008
SUMÁRIO:Exercicios sobre funcionamento da lingua:
- o verbo tempos verbais.
O advérbio- as subclasses; - o grau.
Exercicios:
Indica o modo e otempo verbal nas frases:
1-Atenção!Eu sou o contentor do lixo.Estou aqui para receber todo aquilo que vocês deitam fora.
Receber-infinitivo; sou, estou, deitam-indicativo do presente.
2-No ano passado, quando fizemos um piquenique na Serra da Estrela, toda a gente levou um saco de plástico para guardar o lixo.
Fizemos-Pretérito perfeito do indicativo; guardar- infinitivo.
3-Como é desagradavél ver um espaço de piqueniques que não esteja limpo!
é- tempo presente; ver-indicativo; estejas- modo conjuntivo tempo presente.
4-Não será uma falta de respeito para com os outros contribui para degradação do ambiente?
será- futuro do indicativo; Contribuir-infinitivo.
5-Se todos nós fizessemos menos barulho nas ruas, haveria menos poluição sonora.
Fizessemos-modo conjuntivo;haveria-modo condicional.
6-Se mantiver-mos a nossa cidade limpa, viveremos num ambinte mais civilizado.
Mantiver-mos- conjunto, futuro;viveremos-indicativo, futuro;
7-Faltavam 5 minutos para o priméiro toque de entrada quando cheguei á escola.
Faltavam-indicativo, pretérito imperfeito;Cheguei-Indicativo, pretérito perfeito.
8-Quando cheguei á paragem o autocarro já tinha partido.
Cheguei-indicativo, pretérito perfeito;Tinha-indicativo, pretérito mais- que- perfeito.
9-Se todos os condutores respeitassem os sinais de trânsito, poupar- se- iam muitas vidas.
Respeitassem-conjuntivo, pretérito imperfeito;Poupar- se- iam- condicional.
ADVÉRBIOS: Palavras invariaveis que demonstram as circunstâncias dos tempos verbais.
SUMÁRIO:Exercicios sobre funcionamento da lingua:
- o verbo tempos verbais.
O advérbio- as subclasses; - o grau.
Exercicios:
Indica o modo e otempo verbal nas frases:
1-Atenção!Eu sou o contentor do lixo.Estou aqui para receber todo aquilo que vocês deitam fora.
Receber-infinitivo; sou, estou, deitam-indicativo do presente.
2-No ano passado, quando fizemos um piquenique na Serra da Estrela, toda a gente levou um saco de plástico para guardar o lixo.
Fizemos-Pretérito perfeito do indicativo; guardar- infinitivo.
3-Como é desagradavél ver um espaço de piqueniques que não esteja limpo!
é- tempo presente; ver-indicativo; estejas- modo conjuntivo tempo presente.
4-Não será uma falta de respeito para com os outros contribui para degradação do ambiente?
será- futuro do indicativo; Contribuir-infinitivo.
5-Se todos nós fizessemos menos barulho nas ruas, haveria menos poluição sonora.
Fizessemos-modo conjuntivo;haveria-modo condicional.
6-Se mantiver-mos a nossa cidade limpa, viveremos num ambinte mais civilizado.
Mantiver-mos- conjunto, futuro;viveremos-indicativo, futuro;
7-Faltavam 5 minutos para o priméiro toque de entrada quando cheguei á escola.
Faltavam-indicativo, pretérito imperfeito;Cheguei-Indicativo, pretérito perfeito.
8-Quando cheguei á paragem o autocarro já tinha partido.
Cheguei-indicativo, pretérito perfeito;Tinha-indicativo, pretérito mais- que- perfeito.
9-Se todos os condutores respeitassem os sinais de trânsito, poupar- se- iam muitas vidas.
Respeitassem-conjuntivo, pretérito imperfeito;Poupar- se- iam- condicional.
ADVÉRBIOS: Palavras invariaveis que demonstram as circunstâncias dos tempos verbais.
- Os advérbios podem juntar-se a outros advérbiospara expressar o grau.Ex:O bebé comeu bastante bem.
- Grau comparativo de inferioridade.Ex: O pássaro cantou menos harmoniosamente que ontem.
- Grau comparativo de igualdade.Ex:O pássaro está a cantar tão harmoniosamente como o costume.
- Grau comparativo de superioridade.Ex: O pássaro canta mais harmoniosamente do que o costume.
- Grau superlativo absoluto sintéctico.Ex: O pássaro canta harmoniosissimamente.
- Grau superlativo absoluto analitico.Ex: O pássaro canta mais harmoniosamente.
- Grau relativo de superioridade.Ex: O pássaro canta o mais harmoniosamente possivel.
- Grau relativo de inferioridade.Ex:O pássaro canta o menos harmoniosamente possivel.
Suclasses:
Tempo-Ontem
Lugar-Aqui
Modo-Bem
Advérbios de negação-não
Advérbios de quantidade-muito, bastante
Advérbios de exclusão-Só
Advérbios de inclusão-até
Lição nº73 e 74
11 de Fevereiro de 2008
SUMÁRIO:Conclusão do sumário da aula anterior.
Divisão classificação de orações-a subordinação.
SUMÁRIO:Conclusão do sumário da aula anterior.
Divisão classificação de orações-a subordinação.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Lição nº71 e 72
7 de Fevereiro de 2008
SUMÀRIO: Entrega e correcção da ficha de Avaliação.
O verbo: tempos compostos.
CORRECÇÃO DO TESTE
1-Este excerto foi retirado do capitulo sete após a conversa entre Hans e o seu pai sobre o futuro do primeiro.
2-A personagem principal é Hans.
3-O acontecimento que veio a interromper a vida de marinheiro de Hans, foi a discusão entre ele e o capitão do Angus.
4-Durante a "furiosa querela" com o capitão, Hans revelou-se altivo, arrugante, petolante e teimoso.
5
5.1- O capitão tinha barba ruiva e aspecto terrivél.
5.2- O capitão era um homem autoritário, sério, destemido, furioso e directo.
6- A caracterização directa na descrição fisica do capitão e a caracterização indirecta no seu retrato psicológico.
7
7.1-O conto não nos dá referências temporais especificas, como datas, anos; Apenas são referidas expressões de tempo vagas, nomeadamente "depois"; "mais tarde"; " nessa madrugada".
7.2- Agosto é um marco capital na vida de Hans porque foi durante este mes que ele decidiu fugir de casa e iniciar a sua vida de marinheiro.
8.
8.1- Mar- ondas, barco, navio, água, cargueiro, veleiro, grumete, capitao, cais, vago.
9.
9.1- Sensaçoes Visuais: "Penetrou nas igrejas de azulejo e talha(...)"; " (...) grades de ferro pintadas de verde".
Sensaçoes Auditivas: " (...) perdido no som das palavras estrangeiras (...) "; " (...) mulheres (...) discutiam (...) com grades brados (...)"
Sensaçoes Tácteis: "(...) carregando o seu pequeno saco (...)"; " (...) igrejas (...) frias (...)".
Sensaçoes Olfactivas: " (...) respirou a frescura sombria e o cheiro a vinho entornado."
10.
10.1-" A sua barba vermelha brilhava de fúria."
10.2- " (...) navio (...) reencontrava o equilibrio sobre o desequilibrio das águas.
10.3- " (...) igrejas (...) claras e frias (...) douradas e sombrias".
10.4-" (...) igrejas (...) que nao eram claras e frias como as igrejas do seu pais (...)".
11.
11.1- Tarde-advérbio.
Navio-nome.
Nunca-advérbio.
11.2-Noruega- nome próprio.
Cargueiro-nome comum.
Ingles- adjectivo.
12.
12.1-Sujeito-os seus ouvidos
Predicado-escutavam
C. Directo-a força viva dos navios
Atributo-viva
C.determinativo-dos navios
12.3-Sujeito subentendido-atravessaram
Predicado-atravessaram
C.directo-as tempestades da biscaia
C.determinativo-da biscaia
C.c. de tempo-Depois
13
13.1-Adjectivo-pequeno grau normal
13.2-muito pequeno
SUMÀRIO: Entrega e correcção da ficha de Avaliação.
O verbo: tempos compostos.
CORRECÇÃO DO TESTE
1-Este excerto foi retirado do capitulo sete após a conversa entre Hans e o seu pai sobre o futuro do primeiro.
2-A personagem principal é Hans.
3-O acontecimento que veio a interromper a vida de marinheiro de Hans, foi a discusão entre ele e o capitão do Angus.
4-Durante a "furiosa querela" com o capitão, Hans revelou-se altivo, arrugante, petolante e teimoso.
5
5.1- O capitão tinha barba ruiva e aspecto terrivél.
5.2- O capitão era um homem autoritário, sério, destemido, furioso e directo.
6- A caracterização directa na descrição fisica do capitão e a caracterização indirecta no seu retrato psicológico.
7
7.1-O conto não nos dá referências temporais especificas, como datas, anos; Apenas são referidas expressões de tempo vagas, nomeadamente "depois"; "mais tarde"; " nessa madrugada".
7.2- Agosto é um marco capital na vida de Hans porque foi durante este mes que ele decidiu fugir de casa e iniciar a sua vida de marinheiro.
8.
8.1- Mar- ondas, barco, navio, água, cargueiro, veleiro, grumete, capitao, cais, vago.
9.
9.1- Sensaçoes Visuais: "Penetrou nas igrejas de azulejo e talha(...)"; " (...) grades de ferro pintadas de verde".
Sensaçoes Auditivas: " (...) perdido no som das palavras estrangeiras (...) "; " (...) mulheres (...) discutiam (...) com grades brados (...)"
Sensaçoes Tácteis: "(...) carregando o seu pequeno saco (...)"; " (...) igrejas (...) frias (...)".
Sensaçoes Olfactivas: " (...) respirou a frescura sombria e o cheiro a vinho entornado."
10.
10.1-" A sua barba vermelha brilhava de fúria."
10.2- " (...) navio (...) reencontrava o equilibrio sobre o desequilibrio das águas.
10.3- " (...) igrejas (...) claras e frias (...) douradas e sombrias".
10.4-" (...) igrejas (...) que nao eram claras e frias como as igrejas do seu pais (...)".
11.
11.1- Tarde-advérbio.
Navio-nome.
Nunca-advérbio.
11.2-Noruega- nome próprio.
Cargueiro-nome comum.
Ingles- adjectivo.
12.
12.1-Sujeito-os seus ouvidos
Predicado-escutavam
C. Directo-a força viva dos navios
Atributo-viva
C.determinativo-dos navios
12.3-Sujeito subentendido-atravessaram
Predicado-atravessaram
C.directo-as tempestades da biscaia
C.determinativo-da biscaia
C.c. de tempo-Depois
13
13.1-Adjectivo-pequeno grau normal
13.2-muito pequeno
Lição nº69 e 70
31 de Janeiro de 2008
SUMÀRIO:Conto de autor "A Inaudita Guerra da
Avenida Gago Coutinho."
Interpretação de um excerto.
Revisiões das categorias da narrativa.
SUMÀRIO:Conto de autor "A Inaudita Guerra da
Avenida Gago Coutinho."
Interpretação de um excerto.
Revisiões das categorias da narrativa.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Lição nº 63 e 64
21 de Janeiro de 2008
Sumário: Adjectivos:o grau e flexão(conclusão).
Correcção do trabalho de casa.Leitura e interpretação
de um excerto. " História trágicomaritima"de António Sérgio.
O nome-flexão e subclasses (revisão).
Derivação imprópria.
NOME
Sumário: Adjectivos:o grau e flexão(conclusão).
Correcção do trabalho de casa.Leitura e interpretação
de um excerto. " História trágicomaritima"de António Sérgio.
O nome-flexão e subclasses (revisão).
Derivação imprópria.
NOME
FLEXÃO-Género-masculino/Femenino-(Podemos ter nomes uniformes que não flexionam em género; Biformas flexionam).
-Número-Singular/Plural-(Uniformes, Biformes)
SUBCLASSES:-Próprios EX:Soraia, Carla.
-Comuns EX:Lápis.
-Colectivos EX:Matilha,enxame,bando.
-Concretos EX:Mesa, caneta, lápis.
-Abstractos EX:Felicidade,tristeza.
T.P.C- pág.104
1)
- O teu gato é mau/mau, mau.Não abuzes.
- O Mosteiro tem talhas douradas./Tu talhas a carne por mim?
- Aquela é a casa da Aurora.
- A clara dos ovos serve para fazer bolos.
- Este terreno vale muito dinheiro.
- O verde é a cor da esperança.
- Estás feito!
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